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UMA HISTÓRIA DO ACERVO

Alessandra Grisolia

Aos 53 anos, Alessandra Grisolia vivia na casa da mãe, separada do companheiro exilado na Itália, com contato falho e noites sem dormir de preocupação.1

Situação conhecida em 01/12/2025 · 2 documentos

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Sobre as fontes

A história vem de entrevista direta de Alessandra Grisolia à jornalista Ana Maria Cemin, publicada pelo Bureaucom em 1º de dezembro de 2025, com recortes da mesma origem; há ainda recortes de carta atribuída ao companheiro Silvio Semprini. Não há documentos primários, decisão judicial ou processo examinados no acervo.

Separada pelo exílio, cuidando da mãe1

Alessandra Grisolia, 53 anos, vivia separada do companheiro de 26 anos de união, Silvio Semprini, 62 anos, que estava exilado na Itália. Ela permanecia no Brasil na casa da mãe, de 88 anos, de quem passou a cuidar.1

Ela contou que o casal mudou de São Paulo para Belo Horizonte anos antes por graves dificuldades financeiras e que passou a morar com a mãe quando as duas filhas ainda eram pequenas. Disse que a vida já não era fácil antes de 2023 e que depois só piorou, com extrema dificuldade desde 2023 e crises financeiras que vinham desde 2016.1

Sobre janeiro de 2023, Alessandra disse que trabalhava como recenseadora para o IBGE e que chamava o marido para ir a manifestações em Belo Horizonte. Segundo ela, Silvio acabou indo a Brasília, onde viu a confusão na Praça dos Três Poderes sem entrar nos prédios, passou 72 dias na Papuda e depois deixou o país.1

A distância impôs uma rotina de preocupação: ela relatou ficar dias e até uma semana sem falar com ele por falta de crédito no celular dele e disse ficar sem dormir, preocupada com o que poderia ter acontecido. Afirmou ser a única a apoiá-lo, sentir culpa por tê-lo incentivado a participar e contar apenas com poucas ajudas pontuais.1

Ela atribuiu a entraves burocráticos a dificuldade de reuni-los: viviam em união estável nunca oficializada por questões financeiras, o pedido de residência dele na Itália foi negado e, segundo ela, para consegui-la ele precisaria de endereço fixo e contrato de trabalho de longo prazo. Citou ainda que ele precisaria sair do abrigo onde estava até 7 de dezembro, no início do inverno europeu, sem que um despejo já ocorrido esteja confirmado.1

Situação documentada

Na casa da mãe no Brasil, separada pelo exílio do companheiro na Itália, com contato intermitente e noites sem dormir por preocupação.1

A trajetória no tempo

2016

Crises financeiras que, segundo o relato, já abalavam o lar.1

2023

Vida piora após os fatos de janeiro; relatada extrema dificuldade e prisão de Silvio por 72 dias na Papuda.1

01/12/2025

Em entrevista, Alessandra diz morar com a mãe, estar separada pelo exílio de Silvio e relata falta de contato e perda de sono.1

Dados da história

Formação
recenseadora para o IBGE (bico)1
Idade à época
53 anos · 01/12/20251
Residência informada
Belo Horizonte · MG1201/12/2025
Processo e pena

Número do processo não localizado no acervo.

Pena não informada no acervo.

Medidas na trajetória
  • Medidas não informadas no acervo.
Efeitos relatados
  • Convivência

    Separação pelo exílio do companheiro na Itália, com períodos de dias sem contato e perda de sono por preocupação.1

    01/12/2025
Pedidos e respostas
  • Pedidos efetivamente apresentados não localizados no acervo.
Documentos e informações ainda não localizados
  • Número de processo e pena de Alessandra não localizados no acervo; ela figura como familiar por reflexo.
  • UF de residência não explicitada no texto preservado; cidade inferida apenas de Belo Horizonte mencionada.
  • Situação atual após dezembro de 2025 não localizada no acervo.

Fontes

  1. [Bureaucom] “MEU MARIDO ESTÁ MINGUANDO NO EXÍLIO NA ITÁLIA”

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · 01/12/2025

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    Documento preservado parcialmente.

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  2. IBGE — referência territorial de Belo Horizonte/MG

    IBGE · IBGE · Data não informada

    Abrir fonte original ↗

    Documento preservado parcialmente.

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