MEMÓRIA · VERDADE · JUSTIÇA
perseguidos.Assine pelo fim do inquérito

UMA HISTÓRIA DO ACERVO

Hamanda Aguiar Jacinto

Aos 27 anos, Hamanda explicou a morte do pai após um acidente de trabalho e contestou versões que a ligavam à prisão no Papuda.1

Situação conhecida em 05/03/2024 · 1 documentos

Corrigir, complementar ou solicitar retirada

Você pode solicitar alterações nas informações ou a retirada deste perfil.

Sobre as fontes

A história vem de uma reportagem de Ana Maria Cemin, do Bureaucom, com entrevista direta com Hamanda em 5 de março de 2024 e reprodução de nota oficial assinada pela família; não há decisão judicial examinada nem exame de prontuário ou de atos de autorização.

A filha que corrigiu a história da morte do pai1

Hamanda Aguiar Jacinto, 27 anos, foi ouvida na manhã de 5 de março de 2024 como filha de Eder Parecido Jacinto, caminhoneiro de 58 anos falecido em 2 de março. Ela procurou corrigir notícias que associavam a morte à passagem do pai pelo Presídio Papuda.1

Segundo seu relato, o pai saiu do Papuda depois de 7 meses com boa saúde, em agosto do ano anterior, e retomou o trabalho com transporte em Redenção, no Pará. Na véspera de Natal, ao fazer manutenção no próprio caminhão, uma madeira do andaime se deslocou e ele caiu, quebrando o fêmur e machucando a coluna.1

Hamanda disse que a família sempre esteve ao lado do pai, em Brasília e depois do retorno para casa, e afirmou: fazer correlação da morte em função da prisão estava errado. A família informou em nota que a central de monitoração autorizou a retirada da tornozeleira durante o tratamento e os exames.1

A mesma nota afirmou que em momento algum o tratamento foi paralisado ou interrompido por questões processuais ou administrativas. Após atendimentos no Hospital Regional Público do Araguaia e agravamento com coma e infecção generalizada, o corpo foi levado do Pará para enterro em Petrolina, em Goiás, em 4 de março.1

Situação documentada

Entrevistada sobre a morte do pai, sustentando acidente de trabalho posterior ao cárcere e negando ligação com a prisão; sem prisão ou doença atribuída a ela.1

A trajetória no tempo

02/03/2024

Morte do pai, Eder Parecido Jacinto, relatada pela família.1

04/03/2024

Enterro do pai em Petrolina, em Goiás.1

05/03/2024

Hamanda é entrevistada e nega relação entre a morte e a prisão; família divulga nota sobre autorização para retirada da tornozeleira e continuidade do tratamento.1

Dados da história

Formação
Não informada
Idade à época
27 anos · 05/03/20241
Origem informada
Petrolina · GO105/03/2024
Processo e pena

Número do processo não localizado no acervo.

Pena não informada no acervo.

Medidas na trajetória
  • Medidas não informadas no acervo.
Efeitos relatados
Pedidos e respostas
  • Pedidos efetivamente apresentados não localizados no acervo.
Documentos e informações ainda não localizados
  • Ocupação de Hamanda não localizada no acervo.
  • Residência de Hamanda não localizada no acervo.
  • Sem processo ou pena atribuídos a Hamanda no acervo.
  • Nenhuma prisão ou medida restritiva atribuída a Hamanda no acervo.

Fontes

  1. [Bureaucom] “MEU PAI NÃO FALECEU EM FUNÇÃO DA PRISÃO NO PAPUDA”

    Ana Maria Cemin · Data não informada

    ↩ Voltar 1 ↩ Voltar 2 ↩ Voltar 3 ↩ Voltar 4 ↩ Voltar 5 ↩ Voltar 6 ↩ Voltar 7 ↩ Voltar 8 ↩ Voltar 9 ↩ Voltar 10 ↩ Voltar 11 ↩ Voltar 12 ↩ Voltar 13

Corrigir, complementar ou solicitar retirada

Você pode solicitar alterações nas informações ou a retirada deste perfil.

← Voltar ao catálogo