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UMA HISTÓRIA DO ACERVO

Cleonice Machado de Vargas

Presa com sete familiares em 9 de janeiro de 2023, Cleonice ficou sem notícias do filho entre Colmeia e Papuda. Julgada, cumpriu trabalho comunitário e teve a tornozeleira retirada.12

Situação conhecida em 13/07/2026 · 2 documentos

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Sobre as fontes

A história vem de duas matérias de Ana Maria Cemin no Bureaucom, de julho de 2026, com relato em primeira pessoa conduzido pela irmã Eliane Vargas; não há entrevista direta com Cleonice nem decisão judicial examinada no acervo.

Separada do filho entre Colmeia e Papuda1

Cleonice Machado de Vargas, de 56 anos, foi apresentada em julho de 2026 como a irmã mais velha de quatro irmãs e mãe de Eriel Vargas de Lima. Ela integra o grupo de oito familiares — quatro mulheres e quatro homens — presos no acampamento de Brasília no dia 9 de janeiro de 2023 e levados aos presídios do Distrito Federal.2

Cleonice é descrita como moradora do Mato Grosso, ao lado de outros três familiares do mesmo núcleo. Depois da triagem na Polícia Federal, as quatro mulheres foram para a Colmeia e os quatro homens para a Papuda, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A partir da separação, perderam o contato entre si.12

Uma legenda individualiza a sua situação naquele período: Cleonice e o filho Eriel foram levados para o presídio e ficaram, ela no Colmeia e ele na Papuda, sem saber um do outro. O relato, editado a partir da voz de Eliane, descreve dias de medo, falta de informação sobre a família e ansiedade pela saída.1

Meses depois da prisão, o grupo saiu em liberdade provisória. Seis dos oito já haviam sido julgados em julho de 2026, enquanto dois aguardavam julgamento, tendo recebido autorização para retirar a tornozeleira antes da decisão.2

Sobre Cleonice, a informação é direta: já foi julgada e cumpriu o trabalho comunitário. A reportagem situa a retirada das tornozeleiras dos demais ao longo dos meses anteriores, no contexto do cumprimento ou da conclusão das penas, sem atribuir a Cleonice uma data própria de saída ou de retirada.12

A narrativa familiar registra que as restrições continuaram fora do cárcere, com tornozeleiras por muito tempo, cautelares ainda não encerradas e processos ainda não arquivados. Lesão no olho de outra irmã e a morte da mãe de um cunhado, sem ida ao enterro, pertencem a outros familiares e não são apresentados como danos de Cleonice.1

Situação documentada

Já julgada, com trabalho comunitário cumprido e tornozeleira retirada no contexto do grupo; cautelares e processos ainda descritos como não encerrados.12

A trajetória no tempo

09/01/2023

Presa com sete familiares no acampamento de Brasília e levada a presídio no Distrito Federal.2

13/07/2026

Identificada como já julgada, com trabalho comunitário cumprido; reportagens registram retiradas de tornozeleiras do grupo nos meses anteriores.12

Dados da história

Formação
Não informada
Idade à época
56 anos · 13/07/20261
Residência informada
Brasil · MT213/07/2026
Local de custódia
Brasília · DF109/01/2023
Processo e pena

Número do processo não localizado no acervo.

Pena não informada no acervo.

Medidas na trajetória
  • Prisão preventiva

    Prisão no acampamento de Brasília em 9/01/2023, com condução a presídios do DF; saída posterior em liberdade provisória.2

    Desde 09/01/2023 · Medida histórica · 09/01/2023
  • Tornozeleira eletrônica

    Uso de tornozeleira eletrônica, retirada ao longo dos meses anteriores a julho de 2026, no contexto do grupo.2

    Revogação registrada · 13/07/2026
Efeitos relatados
  • Convivência

    Ficou sem notícias do filho Eriel durante o período em que ela estava no Colmeia e ele na Papuda.1

    Data não informada
  • Trabalho

    Cumpriu o trabalho comunitário após o julgamento, segundo reportagem de julho de 2026.1

    13/07/2026
Pedidos e respostas
  • Pedidos efetivamente apresentados não localizados no acervo.
Documentos e informações ainda não localizados
  • Ocupação não localizada no acervo.
  • Número do processo, tipificação individual, pena e trânsito em julgado não localizados no acervo.
  • Datas próprias de saída do presídio, de início e de retirada da tornozeleira de Cleonice não localizadas; não se transfere data de Eriel ou Silvane.
  • Sem entrevista direta com Cleonice no acervo; relato familiar mediado por Eliane e edição de Cemin.
  • Sem decisão judicial primária examinada no acervo.

Fontes

  1. [Bureaucom] Oito da família atrás das grades no 8:01: o retrato da injustiça social

    Ana Maria Cemin · 13/07/2026

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    Documento preservado parcialmente.

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  2. [Bureaucom] FAMÍLIA COMEMORA A RETIRADA DA 8ª TORNOZELEIRA

    Ana Maria Cemin · 13/07/2026

    Abrir fonte original ↗

    Documento preservado parcialmente.

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