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UMA HISTÓRIA DO ACERVO

Vanessa Harumi Takasaki (Pink)

Vanessa, a Pink, trabalhava com culinária japonesa em Tupã. Após sete meses presa e condenação a 14 anos, voltou ao tratamento psiquiátrico, passou dez meses de tornozeleira e foi recolhida em Pirajuí, onde pede cartas.12

Situação conhecida em 10/12/2024 · 2 documentos

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Vanessa Harumi Takasaki (Pink)

Sobre as fontes

A história vem de dois textos de Ana Maria Cemin no Bureaucom, que reproduzem relatos em primeira pessoa de Vanessa e sínteses da autora; não há entrevista independente nem decisão judicial examinada, e vídeos, prontuário e sentença não foram vistos.

Sete meses na Colmeia, dez de tornozeleira e de volta ao cárcere12

Vanessa Harumi Takasaki, conhecida como Pink, morava em Tupã, com os dois filhos, e sustentava a casa elaborando pratos da culinária japonesa.1

Ela conta que foi levada para o presídio em 8 de janeiro de 2023 e ficou sete meses no cárcere, período em que, segundo o relato publicado por Cemin, tentou suicídio duas vezes e depois passou a ter atendimento médico, acalmando-se.1

Vanessa afirma que sua depressão é antiga, mas tinha abrandado em 2022, sem atribuir sua origem à prisão.1

Em 8 de março de 2024, foi condenada a 14 anos de prisão pelo STF; com a condenação, deprimiu-se muito, interrompeu o trabalho com comidas japonesas e voltou ao tratamento psiquiátrico.12

Em 16 de março de 2024, ao ver um vídeo em que um youtuber debochava de seu depoimento, disse que sentiu imediatamente impulso de dar cabo da própria vida e descreveu profunda humilhação e vergonha.12

Ela relata que decidiu não fugir do Brasil e permaneceu dez meses em casa com tornozeleira eletrônica, contando que a irmã e a família ajudaram com a casa e os filhos.2

Recolhida em casa pela Polícia Federal em 6 de junho de 2024, estava em dezembro na cadeia feminina de Pirajuí, para começar a cumprir a pena de 14 anos, sendo 12 e meio em regime fechado.2

De Pirajuí, descreve solidão e medo, diz que os sete meses no Presídio Colmeia eram mais suportáveis pelo convívio com as demais presas, e pede que lhe escrevam cartas de esperança para superar o momento.2

Situação documentada

Presa na cadeia feminina de Pirajuí desde 6 de junho de 2024, relatando solidão, medo e pedido de cartas.2

A trajetória no tempo

08/01/2023

Levada para o presídio, onde relata ter ficado sete meses.1

08/03/2024

Condenada a 14 anos de prisão pelo STF.1

16/03/2024

Viu vídeo com deboche sobre seu depoimento e relatou impulso suicida, humilhação e piora depressiva.12

06/06/2024

Recolhida em casa pela Polícia Federal; relata estar na cadeia feminina de Pirajuí desde essa data.2

10/12/2024

Em relato publicado, descreve solidão, medo em Pirajuí e pede cartas de esperança.2

Dados da história

Formação
Trabalhadora com elaboração de comidas japonesas / culinária japonesa1
Idade à época
44 anos · 17/03/20241
Residência informada
Tupã · SP117/03/2024
Local de custódia
Pirajuí · Brasil210/12/2024
Processo e pena

Número do processo não localizado no acervo.

14 anos de pena.1

Fim do julgamento: 08/03/2024.

Medidas na trajetória
  • Tornozeleira eletrônica

    Dez meses com tornozeleira eletrônica em casa antes do novo recolhimento.2

    Medida histórica · 10/12/2024
  • Execução em regime fechado

    Recolhida em 06/06/2024, custodiada na cadeia feminina de Pirajuí para cumprir pena de 14 anos.2

    Desde 06/06/2024 · Informada na data · 10/12/2024
Efeitos relatados
  • Saúde

    Duas tentativas de suicídio relatadas na primeira custódia, com posterior atendimento médico.1

    17/03/2024
  • Saúde

    Em tratamento psiquiátrico e sem conseguir sair da cama após condenação.1

    17/03/2024
  • Saúde

    Impulso suicida relatado após ver vídeo com deboche em 16 de março.2

    10/12/2024
  • Trabalho

    Interrupção do trabalho com elaboração de comidas japonesas.1

    17/03/2024
  • Convivência

    Solidão e medo relatados na Penitenciária de Pirajuí, com pedido de cartas de esperança.2

    10/12/2024
Pedidos e respostas
  • Pedidos efetivamente apresentados não localizados no acervo.
Documentos e informações ainda não localizados
  • Número do processo e órgão julgador formal não localizados no acervo.
  • Regime, multa, indenização e trânsito em julgado precisos não localizados; sentença e prontuário não examinados.
  • Ordem e execução formal do recolhimento de junho de 2024 não examinadas em decisão primária.
  • Data de nascimento não localizada; idades de 44 e 45 anos aparecem em 2024 sem data de referência exata.

Fontes

  1. [Bureaucom] CONDENADOS DO 8/01 SÃO VÍTIMAS DE CHACOTA

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · 17/03/2024

    Abrir fonte original ↗

    Documento preservado parcialmente.

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  2. [Bureaucom] 08/01: ESCREVAM PARA MIM! É TRISTE A VIDA NO PRESÍDIO!

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · 10/12/2024

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    Documento preservado parcialmente.

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