Sobre as fontes
A vida relatada vem de três reportagens de Ana Maria Cemin no Bureaucom, com entrevista direta com Viviane e falas dela em primeira pessoa; os atos processuais vêm apenas desses relatos, sem decisão judicial examinada, e a pena diverge entre as matérias.
Sete meses na Colmeia e a saída do país13
Viviane de Jesus Câmara, apresentada como trabalhadora de banho e tosa, conta que ficou longe do filho de 8 de janeiro a 8 de agosto de 2023 e passou sete meses no presídio Colmeia. Ela descreve a prisão como fria e fétida, com fome, frio e humilhações.1
Desde que saiu do Colmeia, diz não ter se recuperado financeiramente. Depois de ser presa em Brasília, perdeu o carro com que buscava os cães para tosar e passou a contar com ajuda de amigos e familiares para completar a renda e vencer as despesas do mês.12
Na véspera da condenação, relatou angústia sobretudo pelo impacto sobre o único filho, que depende totalmente dela. A primeira aproximação havia pedido omissão do nome e da origem em Niterói por orientação da advogada; depois a autora passou a identificá-la publicamente.1
Em março de 2024, Viviane disse que o que mais a abalou foi assistir a um vídeo que ironizava seu depoimento à Justiça e falava de seu filho. Contou que perdeu o sono e se sentiu angustiada, e depois afirmou que o choro durou uma noite e que estava em paz após se sentir restaurada.2
Em 16 de fevereiro de 2024 foi publicada a notícia de condenação a 14 anos de prisão. Em outubro de 2024, outra publicação falou em 13 anos e meio e informou que Viviane saiu do país, com mandado de prisão aberto desde 14 de maio. A divergência sobre a pena não foi resolvida no acervo, nem o país de destino.123
Situação documentada
Relatada fora do Brasil, com mandado de prisão aberto desde 14 de maio; pena noticiada diverge entre 14 anos e 13 anos e meio.3
- Deslocamento relatado
- No exterior
Presença no exterior relatada na fonte; a qualificação não comprova asilo ou refúgio formal.3
Informação publicada em 22/10/2024
A trajetória no tempo
08/01/2023
Início do período de ausência relatado, de 8 de janeiro a 8 de agosto de 2023.1
08/08/2023
Fim do período de ausência relatado; conta sete meses no presídio Colmeia.1
16/02/2024
Publicada condenação a 14 anos de prisão.1
17/03/2024
Relatadas perda do carro de trabalho, ajuda de amigos e familiares e sofrimento com vídeo sobre seu depoimento, com posterior recuperação emocional.2
22/10/2024
Publicado que saiu do país após condenação noticiada como 13 anos e meio, com mandado aberto desde 14 de maio.3
Dados da história
- Formação
- banho e tosa de pets2
- Idade à época
- 46 anos · 22/10/20243
- Origem informada
- Niterói · RJ116/02/2024
Processo e pena
Número do processo não localizado no acervo.
Pena não informada no acervo.
Medidas na trajetória
- Prisão preventiva
Sete meses no presídio Colmeia, com ausência relatada de 8 de janeiro a 8 de agosto de 2023.1
Medida histórica · 16/02/2024
Efeitos relatados
- Trabalho
Perdeu o carro usado para buscar cães para tosa e passou a contar com ajuda de amigos e familiares para completar a renda.2
17/03/2024 - Convivência
Angústia relatada pelo impacto da condenação no único filho, que depende totalmente dela.1
16/02/2024 - Convivência
Sofrimento ao ver vídeo que ridicularizava seu depoimento, com perda de sono e angústia, seguida de recuperação emocional relatada.2
17/03/2024
Pedidos e respostas
- Pedidos efetivamente apresentados não localizados no acervo.
Documentos e informações ainda não localizados
- Pena diverge no acervo entre 14 anos e 13 anos e meio, sem decisão primária examinada.
- País de destino e data da saída do Brasil não localizados no acervo.
- Datas exatas de ingresso no Colmeia e de soltura não sustentadas; apenas intervalo de ausência e duração relatada.
- Número do processo e situação processual atual não localizados nas fontes vinculadas.
- Nenhum pedido formal sustentado nas fontes vinculadas.
Fontes
Mae patriota recebe pena de 14 anos e teme pelo filho (bureaucom.com.br)
Ana Maria Cemin · Bureaucom · 16/02/2024
Abrir fonte original ↗Documento preservado parcialmente.
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Condenados do 8 01 sao vitimas de chacota (bureaucom.com.br)
Ana Maria Cemin · Bureaucom · 17/03/2024
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Caiu na armadilha e agora vive no exilio (bureaucom.com.br)
Ana Maria Cemin · Bureaucom · 22/10/2024
Abrir fonte original ↗Documento preservado parcialmente.
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