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UMA HISTÓRIA DO ACERVO

Camila Mendonça Marques

Empresária de Tubarão e mãe de duas crianças, Camila voltou ao presídio em Criciúma em março de 2024, foi relatada como condenada a 17 anos e doente grave, com pedido de domiciliar humanitária ainda pendente em outubro de 2025.12

Situação conhecida em 02/10/2025 · 3 documentos

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Camila Mendonça Marques

Sobre as fontes

A vida relatada vem de três reportagens de Ana Maria Cemin no Bureaucom, com falas reproduzidas dos advogados de Camila e dados da lista de mães presas fornecidos por Pérola Tuon; não há entrevista direta com Camila no acervo e nenhuma decisão judicial ou laudo médico foi examinado.

De volta ao presídio, longe dos filhos e doente12

Camila Mendonça Marques, empresária do varejo de materiais de construção de Tubarão, mãe de duas crianças, teve a primeira prisão preventiva revogada em 8 de março de 2023, segundo seus advogados, por ser mãe e única responsável pelos filhos.3

A saída efetiva só foi situada em 11 de março de 2023, quando deixou o presídio Colmeia, em Brasília, e passou a usar tornozeleira eletrônica. A distinção entre a data da revogação e a data da saída foi preservada nas fontes.13

Em meados de março de 2024, Camila foi presa no trabalho e levada para a Penitenciária Sul de Criciúma, onde estava desde 14 de março. A defesa contestou os dois fundamentos atribuídos à nova ordem: o não funcionamento da tornozeleira por menos de duas horas, sem aguardar o prazo de cinco dias para justificar, e a suspeita de que vendia bens para fugir do Brasil. Os advogados afirmaram que nada disso constava do processo e que ela sabia de um mandado em espera desde meados de fevereiro sem pensar em fugir.3

Em junho de 2025, foi relatado que Camila, então com 37 anos e condenada a 17 anos de prisão em regime fechado, era portadora de doença grave e incurável registrada em laudo da penitenciária feminina de Criciúma, com saúde delicada e agravada pela separação dos filhos menores e pelas condições prisionais. A defesa peticionou prisão domiciliar humanitária, com incomunicabilidade e saída apenas com autorização, mas a Procuradoria-Geral da República ainda não havia se manifestado favoravelmente, e a defesa alegava risco de vida e comprometimento emocional dos filhos.1

Em 2 de outubro de 2025, Camila continuava listada entre as mães presas, na Penitenciária de Criciúma. Na mesma matéria, o benefício de cumprir pena em domicílio foi noticiado para Ana Flávia de Souza Monteiro Rosa, pessoa distinta, sem autorizar presumir o mesmo resultado para Camila.2

Situação documentada

Presa na Penitenciária de Criciúma, condenada a 17 anos em regime fechado, com pedido de domiciliar humanitária sem manifestação favorável localizada.21

A trajetória no tempo

08/03/2023

Revogação da primeira prisão preventiva, segundo a defesa, pela responsabilidade materna.3

11/03/2023

Saída efetiva do presídio Colmeia, em Brasília, com início do uso de tornozeleira eletrônica.1

14/03/2024

Nova prisão e recolhimento à Penitenciária Sul de Criciúma.3

17/06/2025

Relato de doença grave e de pedido de prisão domiciliar humanitária sem manifestação favorável da PGR.1

02/10/2025

Mantida na lista de mães presas na Penitenciária de Criciúma; domicílio noticiado apenas para Ana Flávia, pessoa distinta.2

Dados da história

Formação
empresária do setor de varejo de materiais de construção3
Idade à época
37 anos · 02/10/20252
Origem informada
Tubarão · SC304/04/2024
Local de custódia
Criciúma · SC202/10/2025
Processo e pena

Número do processo não localizado no acervo.

17 anos de pena.1

Medidas na trajetória
  • Prisão preventiva

    Primeira prisão preventiva, com revogação obtida em 8 de março de 2023 segundo a defesa.3

    Medida histórica · 04/04/2024
  • Tornozeleira eletrônica

    Uso de tornozeleira eletrônica após saída de 11 de março de 2023 até nova prisão em 2024.1

    Desde 11/03/2023 · Até 14/03/2024 · Medida histórica · 17/06/2025
  • Execução em regime fechado

    Recolhimento na Penitenciária de Criciúma desde 14 de março de 2024, relatada como condenada a 17 anos em regime fechado.2

    Desde 14/03/2024 · Informada na data · 02/10/2025
Efeitos relatados
  • Saúde

    Relatada como portadora de doença grave e incurável registrada em laudo da penitenciária, com saúde delicada e agravada.1

    17/06/2025
  • Convivência

    Separação dos filhos menores apontada como fator de agravamento da saúde e de comprometimento emocional dos filhos, segundo a defesa.1

    17/06/2025
Pedidos e respostas
  • Prisão domiciliar humanitária1

    PGR / STF

    PGR ainda não se manifestou favoravelmente

Documentos e informações ainda não localizados
  • Número da ação penal e tribunal não localizados em fonte vinculada; registro do STF não confirmado por revisão.
  • Detalhes da pena (meses de reclusão/detenção, dias-multa, indenização, trânsito em julgado) não localizados no acervo.
  • Desfecho do pedido de domiciliar humanitária não localizado no acervo.
  • Fundamentos completos e decisão da nova preventiva não examinados; apenas versão da defesa reproduzida.
  • Laudo médico da doença grave não examinado; diagnóstico específico não inferido.
  • Entrevista direta com Camila não localizada no acervo.

Fontes

  1. Camila cumpre pena de 17 anos esta doente e longe dos filhos menores (bureaucom.com.br)

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · 17/06/2025

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    Documento preservado parcialmente.

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  2. Mais uma mae do 8 01 sai de presidio para domiciliar (bureaucom.com.br)

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · 02/10/2025

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    Documento preservado parcialmente.

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  3. Sem motivo patriota camila e recolhida ao presidio (bureaucom.com.br)

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · 04/04/2024

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    Documento preservado parcialmente.

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