Sobre as fontes
A vida relatada vem de reportagens de Ana Maria Cemin no Bureaucom, com falas do marido e de uma irmã entrevistados, e os atos processuais vêm apenas do que essas reportagens transcrevem. Não há entrevista direta com Juliana nem sentença, ordem, recurso ou documento clínico examinados.
Levada diante dos filhos para cumprir 17 anos1
Juliana Gonçalves Lopes Barros foi levada pela Polícia Civil diante dos três filhos na tarde de 26 de fevereiro de 2025, depois de ter passado 84 dias presa em Brasília com outras manifestantes de 8 de janeiro.1
A reportagem informou que ela havia sido condenada pelos ministros do STF a 17 anos de prisão ainda em dezembro do ano anterior e que, após a delegacia, foi recolhida à Unidade Regional Prisional Feminina localizada em Luziânia, GO.1
O marido afirmou que ela sempre foi cuidadosa com todas as exigências do STF, que nunca teve uma falta que justificasse ser presa preventivamente e que nunca deu qualquer sinal de querer fugir, enquanto a defesa ainda recorria. Essa contestação permanece atribuída à família, sem substituir o exame da ordem, cuja natureza a reportagem apresenta de forma dúbia entre preventiva e cumprimento de pena.1
Na noite seguinte à condução, as crianças não dormiram a noite toda por estarem em estado de choque, segundo relato da irmã colhido na mesma reportagem.1
Em abril de 2025, a mesma origem editorial a incluiu entre 20 casos levados pela ASFAV ao deputado Zucco, descrevendo-a como mãe de dois menores; em outubro de 2025, voltou a listá-la como presa na UPR Feminina de Luziânia, GO, aos 35 anos. A prisão domiciliar celebrada naquela matéria de outubro era de outra mãe e não se transfere para Juliana.23
Em 9 de maio de 2026, Juliana voltou a aparecer nominalmente como EP 134 entre oito execuções penais em que, segundo a reportagem, constou orientação de que a nova lei aprovada e promulgada pelo Congresso Nacional só poderá ser aplicada após a análise das ADIs pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. O texto não informa soltura nem alteração de regime.4
Situação documentada
Incluída como EP 134 entre execuções com aplicação da nova lei suspensa até análise das ADIs; sem soltura informada.4
A trajetória no tempo
12/2024
Condenação a 17 anos de prisão relatada como ocorrida em dezembro.1
26/02/2025
Nova prisão diante dos três filhos e condução à Unidade Regional Prisional Feminina em Luziânia, GO.1
02/10/2025
Ainda listada como presa na UPR Feminina de Luziânia, GO.2
09/05/2026
Incluída como EP 134 entre oito execuções com orientação de aguardar análise das ADIs para aplicar a nova lei.4
Dados da história
Medidas na trajetória
- Execução em regime fechado
Recolhida à Unidade Regional Prisional Feminina de Luziânia após condenação a 17 anos relatada.1
Desde 26/02/2025 · Informada na data · 27/02/2025
Efeitos relatados
- Convivência
Filhos em estado de choque e sem dormir na noite após a prisão, segundo relato da irmã.1
27/02/2025
Pedidos e respostas
- Pedidos efetivamente apresentados não localizados no acervo.
Documentos e informações ainda não localizados
- Crimes, dosimetria por espécie de pena, dias-multa e indenização não localizados no acervo vinculado.
- Natureza da custódia de 2025 (preventiva ou execução) não resolvida sem exame da ordem.
- Documentos primários da prisão, da condenação e da EP 134 não examinados; apenas reportagens.
- Pedidos da defesa e respostas judiciais não sustentados no acervo vinculado.
Fontes
Ultimo abraco antes da prisao de 17 anos (bureaucom.com.br)
Ana Maria Cemin · Bureaucom · 27/02/2025
Abrir fonte original ↗Documento preservado parcialmente.
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Mais uma mae do 8 01 sai de presidio para domiciliar (bureaucom.com.br)
Ana Maria Cemin · Bureaucom · 02/10/2025
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[Bureaucom] ASFAV REÚNE 20 CASOS GRAVES E PEDE AJUDA À CÂMARA FEDERAL
Ana Maria Cemin · Bureaucom · 09/04/2025
Abrir fonte original ↗Documento preservado parcialmente.
Abi e psol rede atrasam a aplicacao da lei da dosimetria (bureaucom.com.br)
Ana Maria Cemin · Bureaucom · 09/05/2026
Abrir fonte original ↗Documento preservado parcialmente.
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