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UMA HISTÓRIA DO ACERVO

Adalgiza Maria Dourado

Levada presa em junho de 2024 após usar tornozeleira, Adalgiza sofreu grave abalo no Colmeia, com vigilância para risco de suicídio, e depois passou a constar em prisão domiciliar.123

Informação publicada em 27/04/2026 · 4 documentos

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Adalgiza Maria Dourado

Sobre as fontes

A vida e a saúde relatadas vêm de recortes de reportagem de Ana Maria Cemin no Bureaucom, com falas reproduzidas da irmã Célia e do advogado de defesa; os atos processuais vêm das mesmas tabelas e recortes, sem entrevista direta com Adalgiza e sem decisão judicial ou prontuário examinados.

Levada de volta ao cárcere, depois listada em domiciliar1

Adalgiza Maria Dourado foi levada presa em 6.6.2024, quando a Polícia Federal foi ao local onde ela estava. O recorte atribui a ordem ao gabinete de Alexandre de Moraes e situa o episódio depois de um período de uso de tornozeleira eletrônica.1

No Presídio Colmeia, a irmã relatou que Adalgiza não via mais sentido na vida, usava muita medicação controlada e comia pouco porque a comida era muito ruim. As visitas da família eram restritas e marcadas pelo choro e pelo medo de que ela atentasse contra a própria vida.1

Em 22.8.2024, segundo relato atribuído à defesa, um médico solicitou à Polícia Penal vigilância rigorosa quanto ao risco de suicídio e indicou que a medicação receitada fosse supervisionada pela enfermagem.1

A mesma reportagem preserva uma avaliação posterior, atribuída a outro psiquiatra, segundo a qual Adalgiza estava sem queixas psíquicas, com o sono preservado na medida do possível e trabalhando dentro do presídio. Com isso, a medicação psiquiátrica supervisionada foi suspensa e ela poderia mantê-la consigo.1

A defesa contestou essa melhora, afirmando que a consulta mais recente não refletia o que a família percebia do comportamento da idosa nem o que ele próprio observava. A divergência entre os relatos de agosto e de outubro permanece sem resolução no acervo.1

Sobre o 8 de janeiro, a irmã relatou que Adalgiza pegou a tampa de um cinzeiro de metal e bateu contra catracas no prédio, sem causar qualquer dano. Essa versão familiar não foi confirmada por exame de prova e não permite concluir culpa ou inocência.1

Tabelas posteriores listam Adalgiza Maria Dourado em situação domiciliar, uma delas com o marcador de prisão em domicílio sem direito a sair de casa. O acervo não informa a data exata da saída do presídio nem as condições fixadas para o cumprimento em casa.23

Situação documentada

Incluído entre os idosos que já estavam em prisão domiciliar no levantamento de 27/04/2026; data física individual da transição não especificada.4

Custódia
Prisão domiciliar

Incluído entre os idosos que já estavam em prisão domiciliar no levantamento de 27/04/2026; data física individual da transição não especificada.4

Informação publicada em 27/04/2026

A trajetória no tempo

06/06/2024

Nova prisão relatada, com condução pela Polícia Federal.1

22/08/2024

Solicitação médica de vigilância rigorosa quanto ao risco de suicídio e supervisão da medicação pela enfermagem.1

Dados da história

Formação
Não informada
Idade à época
Não informada
Processo e pena

Número do processo não localizado no acervo.

Pena não informada no acervo.

Medidas na trajetória
  • Execução em regime fechado

    Condução ao presídio em 6.6.2024, por ordem atribuída ao gabinete de Alexandre de Moraes.1

    Desde 06/06/2024 · Medida histórica · Data não informada
  • Prisão domiciliar

    Listada em prisão domiciliar, sem direito a sair de casa, sem data exata de início localizada.3

    Informada na data · Data não informada
Efeitos relatados
  • Saúde

    Irmã relata perda de sentido na vida, uso de medicação controlada e pouca alimentação.1

    Data não informada
  • Saúde

    Relato da defesa de recomendação médica de vigilância rigorosa quanto ao risco de suicídio.1

    22/08/2024
  • Saúde

    Indicação de supervisão da medicação pela enfermagem.1

    Data não informada
  • Convivência

    Avaliação posterior reproduzida descreve ausência de queixas, sono preservado na medida possível e trabalho no presídio; defesa contesta a melhora.1

    Data não informada
Pedidos e respostas
  • Pedidos efetivamente apresentados não localizados no acervo.
Documentos e informações ainda não localizados
  • Ocupação e atividade voluntária não sustentadas por fonte vinculada no acervo.
  • Idade e data de nascimento não localizadas em fonte vinculada no acervo.
  • Levantamento de 27/04/2026 identifica AP 1262 e EP 104; pena e trânsito não examinados em decisão primária.
  • Data exata da passagem à prisão domiciliar e condições fixadas não localizadas no acervo.
  • Pedidos da defesa e respostas judiciais não localizados em fonte vinculada no acervo.
  • Sem entrevista direta com a pessoa no acervo.

Fontes

  1. Idosa planeja autoexterminio no colmeia (bureaucom.com.br)

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · Data não informada

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    Documento preservado parcialmente.

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  2. 30 idosos estao presos pelo 8 01 (bureaucom.com.br)

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · Data não informada

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    Documento preservado parcialmente.

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  3. Governo lula inaugura golpe com idosos desarmados (bureaucom.com.br)

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · Data não informada

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    Documento preservado parcialmente.

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  4. [Bureaucom] DOIS IDOSOS DO 8/01 AINDA SEGUEM EM PRESÍDIOS

    Ana Maria Cemin · Bureaucom · 27/04/2026

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